E... A pedido do Tomás, este ano, montamos a árvore mais cedo. Segundo ele, só faltava nossa casa. Nossa arvore, como todos os anos ganhou novos enfeitinhos. Ficou lindinha como sempre. Na lareira colocamos um Papai Noel e salpicamos algumas coisinhas pela casa.
Diferentemente de anos anteriores, não faremos calendários de advento. Compramos dois lindos na Casa Theodoro. São daqueles de papelão que tem casinhas com chocolate.
Ontem a vovó Nancy ligou para falar sobre o presente do Tomás. Tomás havia pedido a ela o Castelo dos Samurais. A vovó comprou para ele outra coisa que ele gosta muito também: Playmobil.
Sofia disse para o Tomás que o Castelo Samurai era um brinquedo demasiado caro e que por essa razão a vovó não havia comprado. Nesse momento Tomás afirmou que não havia nenhum problema. Apontou com o dedo para cima e disse: Tudo bem. Papai noel vai me dar o Castelo. Ele não tem que comprar. Ele faz.
Complicado!
Assim começam algumas emoções e questões dificeis de manejar nesta época do ano.
27 de novembro de 2012
pão da Marli
Esta receitinha saiu da cozinha da Fazenda do Ettore e da Giovana em Mato Grosso do Sul. A Marli, cozinheira, nos ensinou com toda a atenção... Eu fiz e... deu certo!
É importante dizer que é melhor fazer esta receita quando não temos nenhum compromisso e vamos ficar algumas horas em casa. Demora mesmo!
Primeira etapa:
Colocar em uma vasilha com aproximadamente 30cm de diâmetro:
750 gramas de farinha,
um pacotinho de fermento biológico em pó,
4 colheres de sopa bem cheias de açúcar,
3 copos de leite morno
Misturar os ingredientes com a mão (neste ponto a massa fica como um mingau), cobrir com um saco plástico e colocar um pano por cima do saco. Essa massa deve descançar até dobrar de tamanho, o que leva aproximadamente uma hora.
Segunda etapa:
Bater no liquidificador
4 ovos
duas colheres de sopa de sal
1 terço de copo de óleo
Adicionar misturar à massa delicadamente e logo colocara tudo sobre uma pedra (essa massa é bem mole mesmo - não se assuste!). Com a mão fazer repetidas vezes um movimento em forma de "S" seguido de um movimento brusco como se fosse um ponto final, até que a massa esteja bem lisinha. Com a massa lisa aos poucos acrescente a farinha até dar o ponto de massa de pão - ou seja: a massa deve soltar das mãos sem grudar.
Cubra a massa novamente com o plástico e o pano e deixe dobrar de tamanho.
Dividir a massa em 4 partes iguais para fazer quatro pães. Esticar com o rolho, dobrar em 3 partes (de fora para o centro) esticar e enrolar até formar um pão.
Colocar na forma e deixar descansar, desta vez sem o plástico. A massa vai dobrar de tamanho mais uma vez. Logo assar em forno 180 graus por uma hora aproximadamente.
Ficam fantásticos.
É importante dizer que é melhor fazer esta receita quando não temos nenhum compromisso e vamos ficar algumas horas em casa. Demora mesmo!
Primeira etapa:
Colocar em uma vasilha com aproximadamente 30cm de diâmetro:
750 gramas de farinha,
um pacotinho de fermento biológico em pó,
4 colheres de sopa bem cheias de açúcar,
3 copos de leite morno
Misturar os ingredientes com a mão (neste ponto a massa fica como um mingau), cobrir com um saco plástico e colocar um pano por cima do saco. Essa massa deve descançar até dobrar de tamanho, o que leva aproximadamente uma hora.
Segunda etapa:
Bater no liquidificador
4 ovos
duas colheres de sopa de sal
1 terço de copo de óleo
Adicionar misturar à massa delicadamente e logo colocara tudo sobre uma pedra (essa massa é bem mole mesmo - não se assuste!). Com a mão fazer repetidas vezes um movimento em forma de "S" seguido de um movimento brusco como se fosse um ponto final, até que a massa esteja bem lisinha. Com a massa lisa aos poucos acrescente a farinha até dar o ponto de massa de pão - ou seja: a massa deve soltar das mãos sem grudar.
Cubra a massa novamente com o plástico e o pano e deixe dobrar de tamanho.
Dividir a massa em 4 partes iguais para fazer quatro pães. Esticar com o rolho, dobrar em 3 partes (de fora para o centro) esticar e enrolar até formar um pão.
Colocar na forma e deixar descansar, desta vez sem o plástico. A massa vai dobrar de tamanho mais uma vez. Logo assar em forno 180 graus por uma hora aproximadamente.
Ficam fantásticos.
13 de novembro de 2012
Desafio
O grande desafio da Maternidade e Paternidade não são nossos filhos e sim nós mesmos com nossas ansiedades, histórias pessoais, medos e ignorâncias...
Essas ansiedades, histórias pessoais, medos e ignorância devem sempre ser colocadas em cheque com a busca de conhecimento.
Essas ansiedades, histórias pessoais, medos e ignorância devem sempre ser colocadas em cheque com a busca de conhecimento.
2 de novembro de 2012
Receitinha que deu certo - Pizza
Quem me deu esta receitinha foi Rodolfo, um colega de trabalho. Me contou que fazia esta pizza em acampamentos.
Ingredientes:
Meio pacote de farinha de trigo
Uma colher de sopa de fermento biológico
Duas colheres de sopa de óleo
Meia colher de chá de açúcar
Meia colher de sopa de sal
Agua morna
Com a farinha faça um vulcãozinho dentro do pote. No centro do vulcãozinho, coloque o fermento o açúcar, o sal e 1/4 de copo de água morna. Espere três minutos para então adicionar o óleo e começar a amassar acrescentando água morna até obter uma massa lisa e que solte das mãos. A massa deve descansar por 40 minutos para crescer.
Eu assei a massa em uma frigideira pequena. Deixei o fogo no mínimo, tampei, assei um pouco de um lado e virei. A massa não ficou tostada mas sim com uma aparência de pré cozida (ainda molinha). A receita rendeu 10 discos de aproximadamente 12 cm de diâmetro.
Cobrimos os discos pré-assados com molho de tomate e logo cada um de nós montou sua pizza. Tomás fez uma quase portuguesa. Sofia e eu fizemos napolitanas... Assamos na frigideira tampada em fogo baixo. Ficaram absolutamente deliciosas.
Ingredientes:
Meio pacote de farinha de trigo
Uma colher de sopa de fermento biológico
Duas colheres de sopa de óleo
Meia colher de chá de açúcar
Meia colher de sopa de sal
Agua morna
Com a farinha faça um vulcãozinho dentro do pote. No centro do vulcãozinho, coloque o fermento o açúcar, o sal e 1/4 de copo de água morna. Espere três minutos para então adicionar o óleo e começar a amassar acrescentando água morna até obter uma massa lisa e que solte das mãos. A massa deve descansar por 40 minutos para crescer.
Eu assei a massa em uma frigideira pequena. Deixei o fogo no mínimo, tampei, assei um pouco de um lado e virei. A massa não ficou tostada mas sim com uma aparência de pré cozida (ainda molinha). A receita rendeu 10 discos de aproximadamente 12 cm de diâmetro.
Cobrimos os discos pré-assados com molho de tomate e logo cada um de nós montou sua pizza. Tomás fez uma quase portuguesa. Sofia e eu fizemos napolitanas... Assamos na frigideira tampada em fogo baixo. Ficaram absolutamente deliciosas.
31 de outubro de 2012
Pequena estudiosa
Assim é a Sofia. Uma pequena estudiosa.
Estuda quando deve estudar, participa sempre e faz suas tarefas sem necessitar aviso.
Trouxe bem triste seu primeiro "R" (regular). Omitiu o "R", porém, ao chegar em casa no dia que levou a nota me disse: - Mãe necessito ajuda em Português, você estuda comigo?
Deliciosa confiança e bastante produtiva também. Antes do dia do estudo com Sofia, eu me preparei: estudei as oxítonas, paroxítonas, proparoxitonas..., fiz até rascunho colorido, foi delicioso! Nosso estudo juntas também.
Estuda quando deve estudar, participa sempre e faz suas tarefas sem necessitar aviso.
Trouxe bem triste seu primeiro "R" (regular). Omitiu o "R", porém, ao chegar em casa no dia que levou a nota me disse: - Mãe necessito ajuda em Português, você estuda comigo?
Deliciosa confiança e bastante produtiva também. Antes do dia do estudo com Sofia, eu me preparei: estudei as oxítonas, paroxítonas, proparoxitonas..., fiz até rascunho colorido, foi delicioso! Nosso estudo juntas também.
29 de outubro de 2012
Meninos está na mesa!
Quando eu era pequena minha mãe gritava:
Niños a la mesa!
Então eu e meus irmãos sabíamos que o jantar ou almoço já estava pronto para ser servido. Minha mãezinha cozinhava coisas incríveis, muitas delas só descobri que eram incríveis quando fiquei mais velha. Não tem jeito! Os pequenos tem um paladar muito especial e bastante restrito. Não ia ser eu a exceção e, é claro, nem tão pouco os meus pequenos. Todas nós queremos que nossos filhos comam de tudo um pouco, um pouco de tudo e de preferência tudo o que nós comemos e... opa! Calma! não vamos desistir. Funcionará em algum momento.
Façamos de tudo, inclusive aquilo que eles não querem para que, como aconteceu comigo, um dia... Gostem!
Viva el bein comer!
Niños a la mesa!
Então eu e meus irmãos sabíamos que o jantar ou almoço já estava pronto para ser servido. Minha mãezinha cozinhava coisas incríveis, muitas delas só descobri que eram incríveis quando fiquei mais velha. Não tem jeito! Os pequenos tem um paladar muito especial e bastante restrito. Não ia ser eu a exceção e, é claro, nem tão pouco os meus pequenos. Todas nós queremos que nossos filhos comam de tudo um pouco, um pouco de tudo e de preferência tudo o que nós comemos e... opa! Calma! não vamos desistir. Funcionará em algum momento.
Façamos de tudo, inclusive aquilo que eles não querem para que, como aconteceu comigo, um dia... Gostem!
Viva el bein comer!
26 de outubro de 2012
Coisas de Tomás
Em uma festa infantil, estava eu a mesa com outros pais quando escutei um pai e amigo dizer: o Tomás bateu no André. Tomás e André estudam juntos e tem ambos 4 anos de idade. São amigos.
No ato fiquei muito preocupada. O que haveria acontecido? O meu lindão bateu em um amigo? Porque? Que coisa chata... Então chamei o Tomás e perguntei a ele se havia empurrado o amigo André. Tomás respondeu sem pensar por um segundo que sim. Continuei meu questionamento: Porque? Porque ele também me bateu (respondeu e saiu correndo para brincar sem me dar chance de continuar com aquela conversa seguramente para ele desnecessária).
Como fiquei com o tema na cabeça, no dia seguinte retomei o assunto.
Tomás você não gosta do André?
Gosto sim.
Então porque você bateu nele?
Porque sim.
Como porque sim.
O André é meu amigão, as vezes brigamos mas tudo bem porque agente se ama.
No ato lembrei-me da minha infância e da dificuldade que minha querida mãezinha tinha em perdoar minhas amigas sempre que eu contava detalhadamente e claro parcialmente algum desentendimento. Quando me dei conta disso passei a não contar-lhe minhas desavenças.
Sempre ha tempo de melhorar-nos.
No ato fiquei muito preocupada. O que haveria acontecido? O meu lindão bateu em um amigo? Porque? Que coisa chata... Então chamei o Tomás e perguntei a ele se havia empurrado o amigo André. Tomás respondeu sem pensar por um segundo que sim. Continuei meu questionamento: Porque? Porque ele também me bateu (respondeu e saiu correndo para brincar sem me dar chance de continuar com aquela conversa seguramente para ele desnecessária).
Como fiquei com o tema na cabeça, no dia seguinte retomei o assunto.
Tomás você não gosta do André?
Gosto sim.
Então porque você bateu nele?
Porque sim.
Como porque sim.
O André é meu amigão, as vezes brigamos mas tudo bem porque agente se ama.
No ato lembrei-me da minha infância e da dificuldade que minha querida mãezinha tinha em perdoar minhas amigas sempre que eu contava detalhadamente e claro parcialmente algum desentendimento. Quando me dei conta disso passei a não contar-lhe minhas desavenças.
Sempre ha tempo de melhorar-nos.
24 de outubro de 2012
Delicia de banana e chocolate
Desde pequena adoro esta receita e agora faço para meus pequenos que adoram também.
3 copos pequenos de leite gelado,
Uma banana grande e bem madura,
Uma colher de sopa de chocolate em pó,
Uma colher de Toddy,
Bater por 2 minutos no liquidificador.
Nutritivo e refrescante!
3 copos pequenos de leite gelado,
Uma banana grande e bem madura,
Uma colher de sopa de chocolate em pó,
Uma colher de Toddy,
Bater por 2 minutos no liquidificador.
Nutritivo e refrescante!
A escola ideal para nossos pequenos
É comum em reuniões com mães e amigas conversas sobre a escola ideal para nossos filhos. São diversas as opiniões sobre o assunto. Algumas mães apostam na alegria, outras em filosofias, outras no espaço físico, outras nas amizades... De certa maneira, e como vejo ao meu redor opiniões formadas e donas de opiniões formadas bastante satisfeitas com suas idéias, muitas vezes me sinto culpada por não ter igualmente uma certeza.
O que será melhor para os meus filhos?
Eu não fui feliz na escola. Tive muita dificuldade em quase todas as matérias, recuperações, provas adicionais e desespero em busca daquela nota que me faria passar para mais um ano, eram frequentes. Além dessas dificuldades de aprendizado tive outras de ordem pessoal. Estive durante alguns anos em uma escola de estado, onde havia muita diferença social, cultural e econômica entre meus colegas de classe e eu, logo fui para outra escola, onde as diferenças de ordem social e econômica eram menores ou até nenhuma mas as diferenças culturais ainda eram grandes. Enfim, nunca me encaixei 100 por cento. Meus pais tiverem a paciência de me deixar tentar todos os esportes que eu pensei que gostasse: judo, basquete, voley, natação, dança, patinação, fiz também piano no conservatório. Não fiz inglês, aliás nenhum de nós, eu ou meus irmãos fizemos idiomas. O resultado? Vamos ver: não tenho nenhuma afinidade com esporte algum e apesar de nunca haver estudado em escolas de Inglês falo inglês perfeitamente pois estudei na Inglaterra por quase 4 anos, o ingles do meu irmão é excelente, minha irmã fala Ingles e Frances, e todos nos falarmos e escrevemos perfeitamente o espanhol. Continuo não me encaixando 100 por cento, porém, aprendi a lidar com isso bastante bem. Se levamos o que contei em consideração seria fácil entender se eu dissesse que não tenho interesse em matricular meus filhos em escolas de inglês, não é? ou que não faço nenhuma questão que pratiquem esporte e...blablabla. Seriam colocações inteligentes? Francamente, meus pais não deram muita importância para isso porque para eles em sua época de estudantes nem sequer era assunto de discussão... e vejam isto; tenho a impressão que nunca souberam do quanto sofri. Acredito também que eles estavam se superando e fazendo "o melhor para mim e meus irmãos".
Caramba! Continuarei pensando neste assunto..
O que será melhor para os meus filhos?
Eu não fui feliz na escola. Tive muita dificuldade em quase todas as matérias, recuperações, provas adicionais e desespero em busca daquela nota que me faria passar para mais um ano, eram frequentes. Além dessas dificuldades de aprendizado tive outras de ordem pessoal. Estive durante alguns anos em uma escola de estado, onde havia muita diferença social, cultural e econômica entre meus colegas de classe e eu, logo fui para outra escola, onde as diferenças de ordem social e econômica eram menores ou até nenhuma mas as diferenças culturais ainda eram grandes. Enfim, nunca me encaixei 100 por cento. Meus pais tiverem a paciência de me deixar tentar todos os esportes que eu pensei que gostasse: judo, basquete, voley, natação, dança, patinação, fiz também piano no conservatório. Não fiz inglês, aliás nenhum de nós, eu ou meus irmãos fizemos idiomas. O resultado? Vamos ver: não tenho nenhuma afinidade com esporte algum e apesar de nunca haver estudado em escolas de Inglês falo inglês perfeitamente pois estudei na Inglaterra por quase 4 anos, o ingles do meu irmão é excelente, minha irmã fala Ingles e Frances, e todos nos falarmos e escrevemos perfeitamente o espanhol. Continuo não me encaixando 100 por cento, porém, aprendi a lidar com isso bastante bem. Se levamos o que contei em consideração seria fácil entender se eu dissesse que não tenho interesse em matricular meus filhos em escolas de inglês, não é? ou que não faço nenhuma questão que pratiquem esporte e...blablabla. Seriam colocações inteligentes? Francamente, meus pais não deram muita importância para isso porque para eles em sua época de estudantes nem sequer era assunto de discussão... e vejam isto; tenho a impressão que nunca souberam do quanto sofri. Acredito também que eles estavam se superando e fazendo "o melhor para mim e meus irmãos".
Caramba! Continuarei pensando neste assunto..
14 de outubro de 2012
Fazer pão
É emocionante! Não deixem de fazer pão um dia. Acho que esse sim é um bom conselho ainda que devo dizer tambem - Não desistam logo de cara!
TV de ponta cabeça
É assim que meu pequeno vê TV, de ponta cabeça. Depois de muitas tentativas de inverter essa imagem eu desisti. Se ele insiste em ver assim, é porque... deve ser bom.. Meus anos e minha falta de preparo físico não me permitem experimentar essa modalidade de TV. É uma pena!
10 de outubro de 2012
homens x mulheres
O conhecimento das diferenças entre homens e mulheres não ameniza as dificuldades causadas por essas diferenças, mas... pode nos ajudar a rir e conviver melhor.
4 de outubro de 2012
coisinhas que nos fazem felizes
Pintar a casa, trocar moveis de lugar... cuidar do que se tem... desfrutar das mudanças... são coisas que nos fazem felizes! Estamos todos envolucrados nas mudanças da casa..
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