26 de junho de 2019

Adorando fazer pães



Estou adorando fazer pães. Em primeiro lugar porque ficam muito gostosos, além de serem saudáveis já que utilizo farinha orgânica e outros produtos naturais e, para completar, meus pães vêm sem saquinhos plásticos.

Pão de forma para sanduíches – Receita da Esbieta

Ingredientes
500g de farinha de força para pães
12g de levedura fresca ou 4g da seca
10g de sal
40g de mel de cor clara
½ colherzinha de açúcar
30g de manteiga sem sal
200g de leite
130g de água


Forma de 25x13x7cm – a forma será untada com manteiga

Ferver o leite por um minuto e deixar esfriar um pouco.
Colocar o fermento em um copo de água morna e meia colherzinha de açúcar – mexer até dissolver e deixar de repouso até que espume (de 5 a 10 minutos).

Em um bowl despejar o leite quente (não fervendo), adicionar a manteiga o sal e o mel e mexer até diluir tudo. Logo adicionar ½ copo de farinha e dissolver utilizando a batedeira se necessário para que fique sem grumos. Colocar a levedura, mexer bem e em seguida o resto da farinha peneirada.

Misturar tudo com uma colher, tampar e reservar por 20 minutos. Em uma superfície limpa e seca amassar até que a massa fique lisa e uniforme (está etapa também pode ser feita com o gancho na batedeira) – na mão demora aproximadamente 20 minutos.

Fazer uma bola, tampar e deixar duplicar de tamanho. (em uma temperatura de 20ºC demora aproximadamente duas horas).

Em uma superfície limpa e levemente enfarinhada, amassar novamente até desinchar. Fazer a bola e deixar descansar de 10 a 15 minutos – tampado (tampar colocando o bowl de cabeça para baixo sobre a bola).

Esticar a massa para fazer um retângulo – utilizar o rolo (cuidado para não abusar da farinha na mesa). Com um garfo furar a massa até que esteja totalmente furadinha. Enrolar a massa de maneira que o cilindro caiba na forma com pouca folga nas laterais. A forma deve estar untada com manteiga.  Cobrir deixar que quase duplique. ·

Faltando 20 minutos para que a massa termine de crescer – descobrir, fazer um corte de ponta a ponta com um centímetro de profundidade.

Ligar o forno a 175 ºC. Colocar uma bandeja na parte baixa do forno. Assim que colocar o pão no forno despeje na bandeja um copo de água fervendo.

Assar por 40 minutos aproximadamente. Quando já estiver um pouco dourado – se o dourado não estiver uniforme, vire a forma.

Depois de assado colocar em uma grade por 15 minutos antes de cortar.

hummmm!






29 de maio de 2019

O açúcar anda mal falado

Ultimamente dizem, as “más línguas”, que o açúcar é um grande vilão. Essas “línguas”, em bom português, dominam as redes e livrarias onde abundam textos com “doces” alternativas esse branquinho que mora nos nossos corações e vive em nossas memórias. Memórias criadas à base de sobremesas, lanchinhos e festas recheadas de brigadeiro, balinhas de coco, bolinho de chuva, pudim, quindim...

Parece que o açúcar adoça mesas do mundo desde o século III, quando, na índia, era obtido a partir da evaporação do caldo de cana. Aqui a primeira muda de cana-de-açúcar foi plantada em 1532 na capitania de São Vicente, a partir de então, o açúcar entrou na nossa história com um capítulo, não tão doce, recheado pela expansão da produção açucareira do país. Hoje, 487 anos mais tarde, a cana-de-açúcar brasileira continua firme, tão firme que somos o maior produtor de açúcar do mundo. Produzimos algo perto de 38 milhões de toneladas de açúcar por ano. Pesquisando sobre o tema, encontrei alguns textos com informações teoricamente ditas por especialistas e doutores em saúde que coincidem dizendo que a maior causa de doenças como a diabetes, obesidade e pressão alta, está relacionada com a ingestão de calorias em excesso e que o açúcar é simplesmente um componente para isso. Se isso for verdade significa que o verdadeiro vilão não é exatamente o açúcar e sim nosso apetite, nosso descontrole e nossa busca de prazeres desmedida. Beleza! Adoro brigadeiro.

6 de abril de 2019

Documentário Legal

Durante nossa estadia em Madrid, pelas tardes, quando já estávamos cansados de ir e vir, as crianças e eu nos sentávamos, algumas vezes juntos, outras separados, cada um com a sua maquininha (tablet ou telefone) para ver um filme ou série. Acontece que eu liquidei todas as ofertas do Netflix. Assisti dos melhores aos piores, considerando filmes como os de Bollywood o limite e, evidentemente, sem considerar os filmes agressivos porque eu não tenho espírito para ver agressão como diversão. Sem opções, eu descobri os documentários na Netflix. O primeiro que vi foi produzido na Inglaterra: How to Live Mortgage Free. Este trata de como algumas pessoas conseguem dar a volta por cima e adquirir um lugar para viver sem ter que pagar aluguel ou sem ter que se endividar livrando-se dos financiamentos. Os participantes do programa são pessoas criativas, de todas as idades. Gente que procura soluções diferentes para serem donos das próprias casas. Gente disposta a diminuir o tamanho da vivenda, de construir com as próprias mãos, de procurar materiais alternativos, ou usados, ousados muitas vezes. Uma delícia! Gente pensando fora da caixa. Solucionando seus problemas de maneira alternativa - levando em consideração suas necessidades básicas e um pouco mais, além de criatividade. E no final estão aparentemente felizes e orgulhosos dos resultados. Vale a pena! sempre vale a pena ver como é possível ser criativo e sair do lugar comum. De qualquer modo uma das coisas que mais me impactou foi ver como a simplicidade e “o menos” podem ser muito mais que suficientes para viver bem. Viva a alegria de viver e a criatividade!

1 de fevereiro de 2019

Projetos pessoais


Hoje eu assisti uma palestra de um desenhista espanhol, ilustrador e professor que atualmente tem um curso on-line. Quem me enviou o link foi minha irmã Carmen que acaba de começar o curso dele e está adorando, mas isso é outra história. Voltando à palestra, o nome do desenhista é Puño. A conversa dele é muito interessante não somente para futuros desenhistas, mas para qualquer pessoa que goste de refletir. Ele fala de maneira simples e leve, além de ilustrar o que diz, o tempo todo, deixando a palestra com um toque lúdico e divertido.

Segundo Puño é importante ter sempre um projeto pessoal. Em todas as profissões estamos constantemente criando, desenvolvendo e concluindo projetos que não necessariamente refletem nosso modo de pensar e de ser.  Mas o fato é que estamos acostumados com os processos e com o prazer do sucesso quando um objetivo é alcançado. Eu concordo plenamente com ele.
Acontece que nos projetos pessoais, além do desenvolvimento e das conquistas, temos a chance de sermos nós mesmos, de estabelecer as regras e colocar nossas ideias em ação. Temos a oportunidade de fazer o que gostamos e o que acreditamos. Ah, isso é uma delícia!

Sobre este assunto eu acabo de aprender uma lição e acho que pode ser interessante compartilhar. Por coincidência neste exato momento estou usufruindo a conquista de um projeto pessoal: viver em Madri. Ha cinco anos que eu vinha pensando e “tentando” vir. O projeto era passar um ano para que minha família e eu saíssemos da rotina, para conviver com outra cultura, aprender coisas novas, para que meus filhos estudassem em uma escola daqui, enfim, para continuar crescendo pessoalmente.
A razão de levar cinco anos para executar a ideia foram alguns pontos mal estabelecidos no princípio. Primeiramente eu queria fazer isso com toda a família e em segundo lugar eu queria ficar fora um período relativamente grande.

Sobre o que eu aprendi: quando um projeto pessoal está conectado a outras pessoas, é importante ter certeza que os envolvidos façam parte do projeto por vontade própria, caso contrário, passam a ser um impedimento e ou, ainda pior, sem você notar, podem trabalhar contra o objetivo, consciente ou inconscientemente.  Também aprendi que é importante ser maleável, para poder modificar a ideia original no intuito de poder concretiza-la. Neste caso inicialmente a proposta era estar fora um ano que agora são somente 3 meses. Outra coisa que eu aprendi foi que ao demorar muito para conquistar um objetivo pessoal, ele passa a parecer mais difícil do que realmente é e você corre o risco de acabar curtindo a ideia como se de um sonho se tratasse, deixando os planos de lado. Sem planos de ação a chance de concretizar uma ideia é mínima.

Estou aqui. Viemos eu e meus filhos por 3 meses.

Ha uma semana um amigo me elogiou, disse que eu era corajosa e que ele queria ser capaz de fazer algo assim. Eu respondi: é muito mais fácil do que parece. Não espere muito, simplesmente ultrapasse as dificuldades, modifique o que for necessário e faça!

Quem diria!




26 de novembro de 2018

Há coisas que não são negociáveis


O seu filho pede um furão. Diz que ele mesmo vai cuidar do bichinho, que comprará com o dinheiro dele e  bla, bla, bla.

Ao ouvir o "não" ele fica desesperado, chora feito um louco, e diz coisas como: nunca posso ter nada, você é uma chata, ...

O que fazer¿

Nada. "Não" é não e "ponto final".

O importante é sermos todos felizes!

24 de outubro de 2018

bronca na escola


Na sexta passada, meu filho me contou por alto sobre uma bronca que levou, de uma assistente de coordenação, na escola. Ele e mais três amigos foram chamados para uma salinha onde, aos gritos intercalados com palmadas sobre a mesa, levaram a bronca. Evidentemente ele também me contou que - não fizeram nada de mais.

Também evidentemente, essa percepção de “não fiz nada de mais” é bastante comum entre crianças. Eu vinha acompanhando o descontentamento da assistente sobre o fato de ele e mais alguns amiguinhos brincarem perto das salas de aula no horário da saída, e obviamente, isso não é uma coisa boa, já que nesse horário, os funcionários da escola estão concentrados na portaria.

Mas, meu filhote foi narrando os detalhes da briga paulatinamente: fiquei com vontade de chorar, deu medo, a coordenadora entrou na sala para ver o que estava acontecendo, fulano quase chorou... Minha compreensão sobre a bronca perdeu força fazendo protagonizar o exagero da funcionária, que utilizou seu “pequeno poder” sobre as crianças.

Por sorte a coordenadora contou como conduziu o assunto junto com a funcionária e pediu desculpas. Por outro lado a atendente se desculpou com as crianças também.

A questão é simples: as regras devem ser respeitadas, a disciplina no desenvolvimento dos pequenos é necessária, mas, diante de uma criança é importante saber que faz parte de ser criança tentar, insistir e transgredir e que faz parte do trabalho com crianças ter paciência e, claro, jamais esquecer que não se pode exigir respeito de um pequeno sem respeitar sua condição de “criança”.

É isso aí, bola para frente com responsabilidade!



22 de maio de 2018

somos o exemplo


Faço parte de alguns grupos de mães. Como tenho dois filhos e estamos na segunda escola, estou no mínimo em quatro grupos de mães no Whatsapp. Muitas publicações coincidem nesses grupos, normalmente com um intervalo bem pequeno entre elas. Estamos “todas sincronizadas”. Nessa sincronia uma boa parte das publicações está dedicada a “dicas” de educação. E a pauta no momento é a internet e a utilização de celulares e Ipads, sendo que o que mais se repete é a falta de limites na utilização desses aparelhos e a falta de vigilância com relação aos conteúdos que nossos filhos estão acessando.
Parece de fácil solução, já que sempre se lê que o importante é limitar a exposição dos pequenos a esses aparelhos e a rede. Mas no fundo... não é fácil não, porque a raiz do problema, na minha opinião, não está nas crianças. Nós é que somos o problema. Nós somos os que, em primeiro lugar, demos esses aparelhos/rede para eles. E nós somos os que não temos tempo para “vigiar”, aliás somos nós também que estamos “conectados” a maior parte do nosso tempo, portanto, vale mesmo a regra do exemplo: Nossos filhos fazem o que nós fazemos.
Estamos conectados o tempo todo com o “mundo lá fora”. Lá fora!
E já que a educação dos nossos filhos está tão perto, está tão dentro das nossas vidas, da nossa casa e não é nada virtual, está fora do lugar onde nós realmente estamos. Está no mundo real.

12 de abril de 2018

conteúdo e provas

Hoje, no grupo de WhatsApp de mães da escola havia várias mensagens sobre o fato de os professores passarem listas de conteúdos para os alunos estudarem e que nem tudo era cobrado nas provas. Estamos nos chateando com isso¿

Na minha escola, fazíamos apostas sobre o que cairia e o que não cairia nas provas. Tínhamos que estudar tudo. Imaginem que os professores fizessem provas com todos os conteúdos passados durante o ano, ou pior, imaginem que só ensinassem aquilo que iria, com certeza, cair nas provas. Ups... ou as provas durariam horas ou... os nossos filhos teriam muito tempo livre na escola.

19 de dezembro de 2017

novo material escolar

Mais uma vez estamos comprando material escolar. Ainda bem! isso significa que os meus pequenos ainda são pequenos. E mais uma vez eu curto, com eles. Curto agora como mãe, mas sempre, ano traz ano, lembro-me do feeling. Canetinhas, lápis, papel, borracha e livros cheirando a novinho com as primeiras páginas sem nome.

Novidade, esperança, idealização. Isso mesmo! Junto com o material a esperança do novo e ao mesmo tempo o frio na barriga que o novo dá: dos novos amigos, dos novos professores e, claro, o novo você. Sim, porque sempre que há uma situação como essa, são poucos os que não se aproveitam dela para a idealização. Aquela que, cedo ou tarde, acaba com a gente, porque afinal nós somos o que somos e não exatamente o que pensamos que queremos.


Há aqueles que se idealizam mais estudiosos, aqueles que se imaginam mais sociáveis, aqueles que se imaginam qualquer coisa que não é a coisa do momento. E para nos mães que estamos acompanhando os nossos pequenos sobra a esperança de que nossos filhos alcancem o que querem e que sejam felizes. Muito felizes! 

13 de dezembro de 2017

ursinhos de goma e escravidão


Lembro-me de haver sido tranquilizada, aos 10 anos de idade, quando o capítulo escravidão da aula de história acabou com o “fim dela”. Recentemente repassei a aula acompanhando os estudos do meu filho, que, trouxe o assunto de outro modo ontem quando chegou em casa e me disse que não consumiria mais Haribo até descobrir se é verdade ou não que eles produzem suas balas com mão de obra escrava.

Encontrei muitos textos de várias fontes nacionais e internacionais, todos coincidindo que a Haribo estava sendo investigada e que, por sua vez, a Haribo estava investigando seu fornecedor de matéria prima. Bum! O fornecedor é o Brasil com o óleo de Carnaúba.

Então me dei conta que essas notícias correram praticamente ao mesmo tempo, quando no Brasil acontecia uma tentativa de dificultar o enquadramento de trabalho análogo ao escravo.

Que tal?

Minha indignação na época foi gigantesca em parte porque ninguém ao meu redor parecia saber do tema ou estar interessado e, em parte e mais importante, porque com o nosso histórico tinha certeza que o tal projeto seria aprovado, como muitos outros estapafúrdios. Foi um alivio descobrir que o novo modo de enquadramento e investigação não havia sido aprovado. Estamos melhorando?

A escravidão anda solta aqui e no mundo e tem muitos formatos, mas, felizmente há muita gente envolvida na luta contra e nós temos que participar. Como? Por agora, lutando contra todas as formas de corrupção que é a fonte mantenedora desse tipo de horror.


Haribo? Somente quando houver certeza de que não estão patrocinando desgraças.

15 de setembro de 2017

aconteceu

Há quase dez anos eu faço a revista da Sociedade da Mesa Clube de Vinhos com muita dedicação. Trabalhando cada coluna para apresentar aos associados do clube matérias interessantes e de qualidade sobre o mundo do vinho, da gastronomia e outros.
Hoje fiquei sabendo que um novo clube de vinhos fez uma revista online com os nomes das minhas colunas. Uma cópia do meu trabalho sem disfarces. Incrível! Criatividade em baixa? Falta de capacidade? Falta de envolvimento com o trabalho? Ou sacanagem? 

22 de agosto de 2017

Dias nublados

Dias nublados me engordam, comendo ou não, além de deixarem meus cabelos fora de corte e de  esvaziarem o meu guarda roupas. Sorte que são passageiros e que um dia desses o sol voltará para me deixar mais magra com cabelos mais bonitos e um armário abundante. 

16 de agosto de 2017

paladares


Ontem fui almoçar no bar do Tico com as crianças. Fiquei muito surpresa quando minha filha de 14 anos, ao contrário do de 9, comeu tudo o que havia no prato. Um PF lindo de morrer e muito bem servido de arroz, batatas fritas e uma carne de panela absurdamente saborosa.  Eu, claro, também comi tudo, não podia parar mesmo quando já estava satisfeita. Além de delicioso, o prato me pegou no colo, ultrapassando os sabores, me levou para um lugar mágico e muito confortável. 
Enquanto isso, Tomás remexeu o prato com certo desgosto e comeu somente as batatas, repetindo a cena já vivida por mim com minha filha e também vivida por minha mãe comigo e meus irmãos. 

A questão é que nós, mães, passamos pelo mesmo, geração após geração. Descabelamo-nos querendo que nossos filhos comam “de tudo” ignorando nossa própria experiência, afinal nós também éramos seletivas quando pequenas. 
E se dermos umas voltas à cabeça, essa nossa “seletividade infantil” deve haver nos livrado de um ou outro envenenamento, porque certamente diante de uma bolinha cor vermelha de uma planta espinhenta, o mais comum entre as crianças é não se aventurar.

Voltando ao lugar mágico e muito confortável para onde um prato ou uma bebida pode nos levar - me veio à cabeça que também é possível transportar-se com alimentos e bebidas para lugares pouco confortáveis. Nossa memória gustativa é livre. Quando eu era pequena, não comia cebolas. Isso era mais que um problema para minha mãe, que além de adorá-las entendia que a cebola é um tempero essencial. Pobre dela e pobre de mim que, com um pai galego que viveu uma guerra e passou fome em alguns momentos da vida, não podia permitir que uma filha afortunada com eu “desse um piti” diante de pratos abundantes por causa de uma “insignificante cebola”. Quanto ele batia com o punho na mesa para colocar o basta, a mesa tremia, os pratos e copos tilintavam e eu engolia em sofrimento, muitas vezes inclusive com ânsia, até o último grão daquilo que estivesse no meu prato. Hoje em dia, e como minha mãe fazia, cozinho com cebolas, mas, como era de se esperar,  sou cheia de dedos para comê-las. 

E com o passar dos anos tudo muda. Quem não insistiu em uma cerveja para se sentir parte de um grupo de amigos, talvez até de modo inconsciente? Ou começou a comer determinado ingrediente por saúde ou estética? Sorte a nossa que o paladar possa ser moldado a condições diferentes, cultura ou vontades diversas. 

Basta insistir para curtir.