14 de junho de 2016

Memória


Aromas, sabores, pessoas, situações, lugares e musica  nos transportam, a través da memória, para um “outro tempo”  “no agora”.
As vezes as lembranças invadem tão forte que “o agora” se vive como se fosse o “outro tempo”

6 de junho de 2016

pensando


De todas as responsabilidades que temos com nossos filhos, e mesmo sabendo que eles sobreviverão aos nossos erros, temos uma que nem sempre se percebe. A responsabilidade de dar a eles a oportunidade de ser o que são na essência, e não o que nós queremos que sejam ou que não sejam.

Nossos filhos nos amam, querem ser amados por nós e não medirão esforços para isso, portanto, nossas palavras, tanto para incentivo, como para repressão, vão sendo armazenadas por eles e vão moldando aquilo que eles acreditam que devem ser para garantir nosso amor, às vezes até sacrificando a eles mesmos.

Outras vezes, eles acabem acreditando que não são amados porque são de determinada maneira, não conseguem distinguir o que são de como cremos que eles são. Nesse caso acabam se construindo com base em uma interpretação dos pais. Mais uma vez a essência se perde. Ninguém é feliz quando se perde de si mesmo.

12 de maio de 2016

Somos como nossos pais



É inevitável.
Eu luto desde pequena contra algumas características da minha família. E venho fazendo um trabalho mediano. Uma escorregada aqui, outra ali e... Um bocado de “sofrimento”, afinal o que queremos é sempre melhorar. Ser melhor mãe do que foi a nossa mãe ou pai. Isso deveria bastar para nos satisfazer: a consciência das possíveis falhas.
Más não nos basta.
De fato acho que somos uma geração um pouco enfraquecida nesse ponto: com o afã de sermos melhores pais, nós criticamos, sem muito pensar, todas as ações feitas pelos nossos pais. Aquelas que deixaram uma recordação de desgosto. E claro temos  a certeza de estarmos fazendo um papel melhor modificamos a formula.  Acontece, que em pouco tempo aplicando as nossas regras ideias começamos a sentir as consequências dos nossos atos.
Se não exigimos como fomos exigidos... eles (nossos filhos) dão menos do que poderiam dar em tudo aquilo que estão envolvidos. Se permitimos que eles conversem conosco sobre tudo e que se expressem completamente... Eles tomam conta do diálogo e até acreditam que devam nos dar uma lição. Caramba! Eu Já não havia passado por isso? Não era isso que meus pais fizeram? Nossos pais não estavam sempre interessados no nosso discurso e agora que somos pais não podemos discursar porque nossos filhos também não estão afins de ouvir.
Não dá para estranhar. Coisa de ser humano criativo que, de tempos em tempos, joga fora sua história para recomeçar. Isso sim:  acreditando que agora não haverá erro.
Hoje, depois de um chilique da minha filha pequena. Tudo aquilo que nunca quis  fazer eu fiz. Perdi o controle e aos berros enlouquecidos soltei o verbo. Terminei com algo como – e ponto final. A explosão tomou conta de mim quando percebi que quem estava no controle não era eu mais uma vez, e sim minha pequena. Utilizei as mesmas frases, os mesmo gestos do tão criticado meu pai.

30 de abril de 2016

30 de janeiro de 2016

1 de outubro de 2015

coisas que nos fazem felizes

Pintar a casa com uma cor diferente. Isso é divertido, faz uma certa sujeira danada, mas também faz muito bem.

22 de junho de 2015

Pequenas coisas que nos fazem felizes

Furadeira
Finalmente tenho uma furadeira.  Estava colocada na vitrine de uma loja e com o preço bem visível. Eu sempre imaginei que se tratava de um produto muito caro. Talvez por isso não tenha comprado antes.
Já está inaugurada. Foram seis furos, mais que perfeitos,  para 3 ganchos coloridos, comprados ha mais de um ano na Ikea.
Agora, armada de furadeira, tenho muito trabalho pela frente.
Tenho um par de  dicas, caso mais alguém, que não seja eu mesma, leia esta post: 
Antes de fazer o furo na parede, fixe com fita crepe um saco plástico - 3 cm abaixo da marca do furo a ser feito. Toda a sujeira cairá no saco e não no chão. 
Para garantir precisão na localização do furo eu dei um par de marteladas no ponto marcado, com um prego muito grande, deixando um furo guia para encaixar a furadeira.  

30 de março de 2015

simplicidade é a complexidade resolvida

O Tomás ganhou um skate!

Compramos um skate  para o Tomás com joelheiras, cotoveleiras e luvas. O capacete já tinha. No caminho para casa, após haver comprado o brinquedinho, falei em inglês com o pai, para que o Tomás não entendesse, sobre um professor de skate que uma amiga tinha contratado. A resposta do pai foi ótima e teve um tom bem engraçado: professor de skate? no meu tempo aprendíamos na raça, que bobeira! o professor é a pratica -  assim é ser criança!

Contratamos um professor para ensinar as crianças a serem crianças? 

9 de março de 2015

Orgulho de ser brasileiro

Eu não me orgulho de ser brasileira, tampouco tenho vergonha. Nasci na terra de palmeiras onde canta o sabiá, simplesmente por acaso.

Que qualidades tenho por haver nascido aqui?

Me orgulho dos atributos que tenho, alguns  natos, alguns aprendidos com meus pais e outros alcançados com esforço. Convivo com minhas falhas da melhor maneira possível e estou sempre atenta para deixar de tê-las.

Hoje na escola dos meus filhos passei por dois meninos argentinos ao mesmo tempo que passava um pequeno brasileiro no sentido contrario  que,  sem notar minha presença,  sussurrou: "argentino de merda".

Como em uma escola de classe média e media alta, onde teoricamente está o berço da educação neste país, pode-se encontrar tanta ignorância e preconceito?

O que fez essa criança brasileira acreditar que, aquele nascido em outro país, é uma merda?

Orgulho de ser brasileiro?






19 de dezembro de 2014

Lego

Finalmente chegou o dia dos meus pequenos querem brincar com Lego! Eu estou encantada porque adoro essa brincadeira. Agora estão montando um caminhão. Vou ajudá-los!

24 de novembro de 2014

Coisas que nos fazem felizes

Ver tucanos voando e ouvir os macacos gritando na Sanz Souci.
Foi absolutamente incrível.